Tecnologia exclusiva.
A CANETA SAFE-INJECT é um sistema injetor de insulina que dispensa o uso de agulhas. Graças a sua exclusiva tecnologia desenvolvida e patenteada na Alemanha, um mecanismo de pressão por mola faz com que o medicamento atinja o tecido subcutâneo de maneira segura e eficaz, reduzindo a possibilidade do aparecimento de lesões e/ou infecões que comumente ocorrem com o uso de agulhas.
Com a CANETA SAFE-INJECT, a insulina é aplicada através de uma ampola com micro-orifício de Ø 0,17mm, enquanto a maioria das agulhas de aplicacão no mercado possui Ø 0,39mm.
Preserva a pele e reduz lesões e infecções.
Trabalhos científicos com o sistema SAFE-INJECT têm demonstrado que a infusão de insulina, através de um orifício de Ø 0,17mm, seleciona a rota de menor resistência. Assim, nenhum dano foi observado em vasos sanguêneos, fibras nervosas ou fibras musculares de seus usuários. Com a CANETA SAFE-INJECT você busca preservar a pele e reduz lesões e infecões que comumente ocorrem em decorrência do manuseio de agulhas.
*INJEX é uma marca registrada da INJEX PHARMA AG. SAFE-INJECT é uma marca registrada pela Hemocat Comércio e Importação Ltda. para comercialização da INJEX no Brasil com validação da ANVISA.
Safe-Inject, a maneira simples e segura de aplicar insulina.
1.O paciente preenche a ampola especialmente desenvolvida para a SAFE-INJECT com a sua insulina de uso habitual.
2.Os acessórios oferecidos permitem que o paciente transfira a insulina de qualquer apresentação comercial existente no mercado (frasco-ampola, caneta, cartucho) para a ampola que será utilizada na aplicação.
3.Com a ampola preparada e inserida na CANETA SAFE-INJECT, posiciona-se o sistema com firmeza em ângulo de 90º sobre a pele no local desejado para a aplicação.
4.O paciente aciona a CANETA SAFE-INJECT e a aplicação é feita em uma fração de segundo.
Fonte: Safe-Inject
Farmácia do Leme
quinta-feira, 10 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Breeze®2
É necessária apenas uma minúscula quantidade de sangue para a medição (1µL). Trata-se de um processo mais simplificado e rápido.
O
sistema Breeze®2 informa os resultados em apenas 5 segundos. Além
disso, é capaz de armazenar 420 testes em memória, o que possibilita
acompanhamento de períodos prolongados de tratamento.
É mandatório no diabetes o exato controle do
tratamento. Além da capacidade de memorizar 420 resultados, o sistema
Breeze®2 oferece um software que permite que se faça download de todos
os valores glicêmicos encontrados, facilitando o controle e oferecendo
um histórico completo do perfil glicêmico observado durante longos
períodos, o que permitirá ao médico, se for o caso, fazer ajustes
necessários no tratamento (insulina,
medicamentos orais, alimentação e exercícios prescritos). O sistema
guarda o dia e a hora nas quais foram feitas as medições. Através da
Internet e por um cabo próprio, o paciente poderá transferir os dados
para o computador.
Fonte: Bayer Diabetes
Compre na nossa loja virtual o Aparelho Breeze2 e as Tiras.
Fonte: Bayer Diabetes
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
14 maiores mentiras sobre saúde e alimentação
Em Minha Vida, Saúde, Alimentação e Bem Estar fez uma matéria sobre 14 mitos sobre saúde e alimentação. Desvende o mitos e responda em nossos comentários: em qual deles você acreditava?
1. Tomar água em jejum emagrece
Mentira. Beber água em jejum é um hábito saudável que deveria ser adotado por todas as pessoas, mas não ajuda a emagrecer. "Ela apenas hidrata e limpa todas as mucosas do aparelho digestivo para poder iniciar a primeira refeição do dia", aponta a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo.
2. Assistir televisão de perto prejudica a visão
Mentira. Segundo o oftalmologista Rubens Belfort Neto, membro da Sociedade Brasileira de Oncologia em Oftalmologia, ficar próximo à televisão não prejudica a saúde ocular. "Isso provavelmente surgiu porque a maior parte dos adultos teve perda da visão ao longo da vida, mas isso é um processo natural de envelhecimento", explica. O hábito é comum entre crianças principalmente porque assim elas veem as imagens ampliadas.
3. O estômago encolhe quando comemos menos
Mentira. "Por se tratar de um órgão muscular, não há como o estômago reduzir seu tamanho apenas porque estamos ingerindo uma quantidade menor de alimentos", explica a nutricionista Maria Fernanda Cortez, da clínica Nutri & Consult, em São Paulo. O contrário, entretanto, pode ocorrer. Quando exageramos na dose, nosso estômago consegue se distender para poder armazenar toda a comida.
4. Comer muito doce causa diabetes
Mentira. A ingestão de doces não causa diabetes. A doença tem como principais fatores de risco histórico familiar, obesidade e sedentarismo. "Assim, quem tem uma capacidade normal de processar carboidratos no organismo não corre o risco de desenvolver o problema", explica a clínica geral Andrea Sette, do Hospital e Maternidade São Luiz. Entretanto, se a ingestão de doces levar à obesidade, então você aumenta a probabilidade de ter a doença.
5. Comer carboidratos após às 18 horas engorda
Mentira. O que engorda não é o carboidrato e nem o horário em que é o consumido. O problema está no consumo em excesso e na alimentação desiquilibrada, portanto o segredo é a moderação. "O único cuidado que deve ser tomado por quem consome carboidratos à noite é evitar comer o tipo refinado, que promove picos de índice glicêmico e oferecem um risco maior de serem armazenados na forma de gordura", afirma Roseli Rossi. Prefira as versões de carboidratos (pães, massas, arroz) integrais
6. Usar boné faz o cabelo cair
Mentira. De acordo com o dermatologista Adriano Almeida, diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo, as pessoas confundem quebra do fio com queda do cabelo. "O uso do boné diariamente favorece a quebra dos fios justamente na região que costuma ficar marcada pela borda do acessório", explica. Assim, quem tem o cabelo mais comprido pode apresentar diminuição do volume, mas isso não significa que os fios estejam rareando em função da calvície, que é quando os fios deixam de nascer naquela região.
7. Alimentos integrais não engordam
Mentira. Todos os alimentos, inclusive os integrais, possuem calorias e, portanto, podem levar ao ganho de peso. Segundo a nutricionista Roseli, o fato de um alimento ser mais saudável não quer dizer que ele pode ser consumido sem moderação. "Exagerar na ingestão de alimentos integrais também pode aumentar a gordura corporal", complementa.
8. Cerveja preta aumenta a produção de leite materno
Mentira. A cerveja preta não estimula a produção de leite materno e ainda pode ser prejudicial para o bebê, alerta a ginecologista obstetra Bárbara Murayama, membro da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). "O álcool passa para a criança através do leite e nenhum estudo ainda conseguiu estipular uma dose segura de ingestão da bebida para gestantes", aponta.
9. Tomar leite e comer manga faz mal
Mentira. O mito de que consumir leite e manga faz mal provavelmente surgiu para impedir a ingestão desses alimentos pelos escravos na época do Brasil Império. Mas a nutricionista Maria Fernanda garante que não há qualquer relação de dano para o organismo em misturar a fruta com o laticínio.
10. Ler à noite ou com pouca luz piora a visão
Mentira. Ler em um ambiente com pouca luz não faz mal para os olhos. "Você pode ter dificuldade de enxergar, mas isso não quer dizer que está prejudicando a visão - mesmo que você aperte os olhos para enxergar melhor", explica o oftalmologista Rubens. Segundo o especialista, a tarefa pode ficar mais difícil com a idade, mas isso está relacionado ao envelhecimento natural do ser humano e não ao hábito de ler de noite ou com pouca luminosidade.
11. Quem tem colesterol alto não pode consumir ovo
Mentira. É fato que o ovo apresenta grande quantidade de colesterol em sua gema. "O que as pessoas não sabem é que apesar de aumentar o colesterol LDL (ruim), ele também aumenta os níveis de colesterol HDL (bom)", esclarece Maria Fernanda. Segundo ela, pessoas com colesterol alto podem consumir até quatro ovos por semana e, de preferência, cozidos. O ideal é evitar a versão frita, pois carrega uma gordura nociva ao organismo e que ajuda a elevar as taxas de colesterol.
12. Osteoporose só atinge mulheres
Mentira. "A osteoporose é quatro vezes mais comum em mulheres do que em homens, mas isso não significa que ela seja uma doença exclusivamente feminina", alerta Andrea Sette. Segundo a especialista, isso acontece devido à diminuição do hormônio estrogênio no corpo da mulher após a menopausa, que influencia diversos processos do organismo, inclusive a absorção de cálcio. No entanto, a doença também afeta a ala masculina.
13. Abacaxi queima gordura
Mentira. Por ajudar no processo de digestão, muita gente associou o abacaxi à queima de gordura, mas isso não passa de mito, de acordo com a nutricionista Roseli. "Ele é fonte de vitaminas e, por isso, é muito bem-vindo na dieta, mas não tem qualquer relação com a queima de gordura corporal", explica.
14. Andar descalço causa dor de garganta
Mentira. O contato dos pés com o chão, mesmo gelado, não afeta em nada as vias aéreas superiores, afirma a clínica geral Andrea. Os únicos perigos são ferimentos ou contato com alguma sujeira, o que pode favorecer um processo inflamatório.
Mentira. Beber água em jejum é um hábito saudável que deveria ser adotado por todas as pessoas, mas não ajuda a emagrecer. "Ela apenas hidrata e limpa todas as mucosas do aparelho digestivo para poder iniciar a primeira refeição do dia", aponta a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo.
Mentira. Segundo o oftalmologista Rubens Belfort Neto, membro da Sociedade Brasileira de Oncologia em Oftalmologia, ficar próximo à televisão não prejudica a saúde ocular. "Isso provavelmente surgiu porque a maior parte dos adultos teve perda da visão ao longo da vida, mas isso é um processo natural de envelhecimento", explica. O hábito é comum entre crianças principalmente porque assim elas veem as imagens ampliadas.
Mentira. "Por se tratar de um órgão muscular, não há como o estômago reduzir seu tamanho apenas porque estamos ingerindo uma quantidade menor de alimentos", explica a nutricionista Maria Fernanda Cortez, da clínica Nutri & Consult, em São Paulo. O contrário, entretanto, pode ocorrer. Quando exageramos na dose, nosso estômago consegue se distender para poder armazenar toda a comida.
Mentira. A ingestão de doces não causa diabetes. A doença tem como principais fatores de risco histórico familiar, obesidade e sedentarismo. "Assim, quem tem uma capacidade normal de processar carboidratos no organismo não corre o risco de desenvolver o problema", explica a clínica geral Andrea Sette, do Hospital e Maternidade São Luiz. Entretanto, se a ingestão de doces levar à obesidade, então você aumenta a probabilidade de ter a doença.
5. Comer carboidratos após às 18 horas engorda
Mentira. O que engorda não é o carboidrato e nem o horário em que é o consumido. O problema está no consumo em excesso e na alimentação desiquilibrada, portanto o segredo é a moderação. "O único cuidado que deve ser tomado por quem consome carboidratos à noite é evitar comer o tipo refinado, que promove picos de índice glicêmico e oferecem um risco maior de serem armazenados na forma de gordura", afirma Roseli Rossi. Prefira as versões de carboidratos (pães, massas, arroz) integrais
Mentira. De acordo com o dermatologista Adriano Almeida, diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo, as pessoas confundem quebra do fio com queda do cabelo. "O uso do boné diariamente favorece a quebra dos fios justamente na região que costuma ficar marcada pela borda do acessório", explica. Assim, quem tem o cabelo mais comprido pode apresentar diminuição do volume, mas isso não significa que os fios estejam rareando em função da calvície, que é quando os fios deixam de nascer naquela região.
Mentira. Todos os alimentos, inclusive os integrais, possuem calorias e, portanto, podem levar ao ganho de peso. Segundo a nutricionista Roseli, o fato de um alimento ser mais saudável não quer dizer que ele pode ser consumido sem moderação. "Exagerar na ingestão de alimentos integrais também pode aumentar a gordura corporal", complementa.
8. Cerveja preta aumenta a produção de leite materno
Mentira. A cerveja preta não estimula a produção de leite materno e ainda pode ser prejudicial para o bebê, alerta a ginecologista obstetra Bárbara Murayama, membro da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). "O álcool passa para a criança através do leite e nenhum estudo ainda conseguiu estipular uma dose segura de ingestão da bebida para gestantes", aponta.
9. Tomar leite e comer manga faz mal
Mentira. O mito de que consumir leite e manga faz mal provavelmente surgiu para impedir a ingestão desses alimentos pelos escravos na época do Brasil Império. Mas a nutricionista Maria Fernanda garante que não há qualquer relação de dano para o organismo em misturar a fruta com o laticínio.
10. Ler à noite ou com pouca luz piora a visão
Mentira. Ler em um ambiente com pouca luz não faz mal para os olhos. "Você pode ter dificuldade de enxergar, mas isso não quer dizer que está prejudicando a visão - mesmo que você aperte os olhos para enxergar melhor", explica o oftalmologista Rubens. Segundo o especialista, a tarefa pode ficar mais difícil com a idade, mas isso está relacionado ao envelhecimento natural do ser humano e não ao hábito de ler de noite ou com pouca luminosidade.
11. Quem tem colesterol alto não pode consumir ovo
Mentira. É fato que o ovo apresenta grande quantidade de colesterol em sua gema. "O que as pessoas não sabem é que apesar de aumentar o colesterol LDL (ruim), ele também aumenta os níveis de colesterol HDL (bom)", esclarece Maria Fernanda. Segundo ela, pessoas com colesterol alto podem consumir até quatro ovos por semana e, de preferência, cozidos. O ideal é evitar a versão frita, pois carrega uma gordura nociva ao organismo e que ajuda a elevar as taxas de colesterol.
12. Osteoporose só atinge mulheres
Mentira. "A osteoporose é quatro vezes mais comum em mulheres do que em homens, mas isso não significa que ela seja uma doença exclusivamente feminina", alerta Andrea Sette. Segundo a especialista, isso acontece devido à diminuição do hormônio estrogênio no corpo da mulher após a menopausa, que influencia diversos processos do organismo, inclusive a absorção de cálcio. No entanto, a doença também afeta a ala masculina.
13. Abacaxi queima gordura
Mentira. Por ajudar no processo de digestão, muita gente associou o abacaxi à queima de gordura, mas isso não passa de mito, de acordo com a nutricionista Roseli. "Ele é fonte de vitaminas e, por isso, é muito bem-vindo na dieta, mas não tem qualquer relação com a queima de gordura corporal", explica.
14. Andar descalço causa dor de garganta
Mentira. O contato dos pés com o chão, mesmo gelado, não afeta em nada as vias aéreas superiores, afirma a clínica geral Andrea. Os únicos perigos são ferimentos ou contato com alguma sujeira, o que pode favorecer um processo inflamatório.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Insuficiência Renal
A insuficiência renal é a falência do rim, é a impossibilidade de realizar suas funções de maneira satisfatória.
Ketosteril
A função do Rim
O rim é o órgão responsável pela filtragem do sangue, retirando do sangue a uréia, o ácido úrico, o fósforo e o hidrogênio. Além disso, reabsorve albumina, sódio, potássio e cálcio. O rim também é responsável pela produção dos seguintes hormônios: Eritropoietina - estimula a produção de glóbulos vermelhos Sistema renina angiotensina aldosterona - Aumenta a pressão arterial Calcitriol - Vitamina D ativada, aumentando o cálcio dos ossos Diagnóstico O diagnóstico da insuficiência renal se dá através da estimação da Taxa de filtração glomerular. A mesma pode ser estimada através de amostra isolada de Creatinina sérica. Porém este não é considerado um bom método para o diagnóstico. Atualmente os mais aceitos e utilizados se baseiam em fórmulas de Clearance de creatinina, como a de Cockcroft-Gault ou a de Urina de 24 horas.
Ketosteril
Tratamento
O tratamento da insuficiência renal vai depender da fase em que o paciente se encontra. Caso seja uma insuficiência renal aguda do tipo pré renal recomenda-se fornecer volume na forma de solução salina, cuidando para evitar a sobrecarga e insuficiência cardíaca congestiva. Também é possível através de uma massagem melhorar. A insuficiência aguda pós renal,o tratamento consiste em desobstruir a saída da urina. Para o tipo renal, o melhor tratamento é a prevenção, tratando adequadamente a hipertensão arterial, o diabetes mellitus e evitando medicamentos nefrotóxicos. As infecções devem ser prontamente tratadas para evitar suas complicações, portanto se você acha que se encontra com um desses quadros clínicos, procure imediatamente um nefrologista, pois ele é o profissional indicado para prescrever-te um tratamento.
Ketosteril
Fonte: Wikipedia
Temos um dos tratamentos aqui.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Saiba mais sobre a Dengue
O que é?
A Dengue é uma doença infecciosa (é uma virose). Tem como
etiologia (causa) qualquer uma das quatro variedades (sorotipos), do vírus da dengue.
Os sorotipos (variedades) são identificadas pelas siglas DEN-1, DEN-2, DEN-3 e
DEN-4. Trata-se de um arbovírus (vírus da família do vírus da febre amarela)
que só pode ser transmitido ao homem por um vetor (transmissor) um artrópodo
hematófago (animal que tem os membros articulados e alimenta-se com sangue - o
mosquito Aedes aegypti). Não há transmissão homem-homem, sem a ação do vetor.
Cada um dos virus pode causar enfermidade grave e mortal.
Cada sorotipo proporciona imunidade (defesa organizada) específica para toda a
vida. A imunidade cruzada (de um para o outro sorotipo) é de curta duração
(meses), como são quatro variedades, uma pessoa pode ter dengue quatro vezes.
Dentro de um mesmo sorotipo parece existir capacidade variável de disseminar uma
epidemia com diferentes níveis de gravidade.
Como se manifesta?
Existem quatro síndromes clínicas da dengue:
1. Febre indiferenciada;
2. Febre de dengue (Dengue Clássica);
3. Dengue hemorrágica, o DH;
4. Síndrome do choque da dengue.
A síndrome de choque é na realidade a forma mais grave de Dengue Hemorrágica (DH)
2. Febre de dengue (Dengue Clássica);
3. Dengue hemorrágica, o DH;
4. Síndrome do choque da dengue.
A síndrome de choque é na realidade a forma mais grave de Dengue Hemorrágica (DH)
Características clínicas da febre indiferenciada.
Febre indiferenciada.
A febre indiferenciada é a manifestação mais comum e
frequente da dengue. Uma pesquisa de DS Burke, et al. “A prospective study of
dengue infections in Bangkok” publicada no Am J Trop Med Hyg 1988; 38:172-80
demonstrou que a maioria (87%) dos estudantes; de 4 a 16 anos de idade;
infectados pelo virus da dengue permaneceu sem sintomas ou com tão poucos que
faltaram às aulas somente um dia. A infeccão da dengue, em sua forma de febre
indiferenciada, não difere das viroses habituais.
Características clínicas da febre da dengue.
A febre da dengue é uma enfermidade viral aguda que pode
ser diferenciada por:
1. Febre, de início súbito;
2. Dor atrás do olho (retro-ocular) e forte dor de cabeça (cefaléia) às vezes muito intensa.
3. Dores nos músculos (mialgias) e nas juntas (artralgias) que podem ser relatadas como muito intensas.
4. Vômitos de difícil controle e/ou náuseas ;
5. Erupção cutânea (exantema) que pode surgir em diferentes momentos da doença, tem aspecto variável, desde predominância de petéquias (pontos de sangue) até somente eritematosa (avermelhada). Em pessoas de pele mais clara se notam mais as petéquias e o eritema, nas de pele mais escura chama atenção o aspecto maculopapular (manchas com alguma elevação) .
2. Dor atrás do olho (retro-ocular) e forte dor de cabeça (cefaléia) às vezes muito intensa.
3. Dores nos músculos (mialgias) e nas juntas (artralgias) que podem ser relatadas como muito intensas.
4. Vômitos de difícil controle e/ou náuseas ;
5. Erupção cutânea (exantema) que pode surgir em diferentes momentos da doença, tem aspecto variável, desde predominância de petéquias (pontos de sangue) até somente eritematosa (avermelhada). Em pessoas de pele mais clara se notam mais as petéquias e o eritema, nas de pele mais escura chama atenção o aspecto maculopapular (manchas com alguma elevação) .
Manifestações hemorrágicas da dengue.
Até 33% dos infectados podem desenvolver manifestações
hemorrágicas. Estas hemorragias como regra são de mínima gravidade. São mais
características as seguintes:
1. Hemorragias cutáneas: petequia,púrpura,equimose,
2. Gengivorragia,(sangramento gengival).
3. Sangramento nasal (epistaxe)
4. Sangramento gastrointestinal: hematemesis (vômito com sangue); melena (evacuação de sangue digerido, fezes pretas) e hematoquezia ( sangue misturado com fezes)
5. Hematúria (sangue na urina)
6. Aumento do fluxo menstrual.
Estas hemorragias variam largamente desde leves até intensas e graves podendo desencadear choque por perda de sangue.
1. Hemorragias cutáneas: petequia,púrpura,equimose,
2. Gengivorragia,(sangramento gengival).
3. Sangramento nasal (epistaxe)
4. Sangramento gastrointestinal: hematemesis (vômito com sangue); melena (evacuação de sangue digerido, fezes pretas) e hematoquezia ( sangue misturado com fezes)
5. Hematúria (sangue na urina)
6. Aumento do fluxo menstrual.
Estas hemorragias variam largamente desde leves até intensas e graves podendo desencadear choque por perda de sangue.
Os critérios
Critérios para definição clínica de Dengue Hemorrágica-DH-
Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).
A- História recente de doença febril aguda ou atual.
B- Hemorragias na doença atual.
C- Contagem baixa de plaquetas (plaquetopenia) número inferior a 100.000/mm3
D- Evidência objetiva de aumento da permeabilidade capilar:
* hematócrito elevado (20% a mais do usual)
* baixa da albumina do sangue (albuminemia baixa)
* baixa da proteína do sangue ( proteinemia baixa)
* derrame pleural ou outras efusões (derrames)
B- Hemorragias na doença atual.
C- Contagem baixa de plaquetas (plaquetopenia) número inferior a 100.000/mm3
D- Evidência objetiva de aumento da permeabilidade capilar:
* hematócrito elevado (20% a mais do usual)
* baixa da albumina do sangue (albuminemia baixa)
* baixa da proteína do sangue ( proteinemia baixa)
* derrame pleural ou outras efusões (derrames)
A diferença básica entre a febre da Dengue Dengue Clássica e
a Dengue Hemorrágica é o extravasamento de plasma na DH, podendo-se induzir que
a correção efetiva da desidratação pode ser a diferença entre a vida e a morte.
Conceituação da síndrome do choque da dengue
São exigidos:
Presença dos critérios de dengue hemorrágica
Insuficiência circulatória manifestada pelos sintomas seguintes:
* Pulso fraco (amplitude diminuída)
* Aumento da freqüência cardíaca
* Diminuição da pressão do sangue em relação à idade referida, redução das diferenças da tensão entre pressão Máxima e Mínima igual ou menor a 20 mm Hg.
* Modificação do estado mental, pele úmida e fria
O choque franco evidencia por si a insuficiencia circulatória.
Insuficiência circulatória manifestada pelos sintomas seguintes:
* Pulso fraco (amplitude diminuída)
* Aumento da freqüência cardíaca
* Diminuição da pressão do sangue em relação à idade referida, redução das diferenças da tensão entre pressão Máxima e Mínima igual ou menor a 20 mm Hg.
* Modificação do estado mental, pele úmida e fria
O choque franco evidencia por si a insuficiencia circulatória.
Sinais de choque iminente.
Embora a maioria dos pacientes com DH não desenvolva choque,
a presença de certos sinais alertam para a provável instalação da insuficiência
circulatória (choque).
Os sinais de alerta para instalação de choque iminente:
1. Dor abdominal persistente e muito forte;
2. Vômitos incoercíveis ;
3. Repentina mudança da temperatura do corpo, acompanhada de sudorese;
4. Alteração do comportamento, variando de sonolência à agitação.
1. Dor abdominal persistente e muito forte;
2. Vômitos incoercíveis ;
3. Repentina mudança da temperatura do corpo, acompanhada de sudorese;
4. Alteração do comportamento, variando de sonolência à agitação.
Níveis da Dengue Hemorrágica.
I - Nível
Sintomas constitucionais inespecíficos e febre A prova do
torniquete positiva é a única manifestação hemorrágica
II - Nível
Manifestaciones do nível I + hemorragia espontânea
III - Nível
Sinais de insuficiência circulatória (taquicardia, pulso
fraco, redução da tensão diferencial, hipotensão para a idade determinada, pele
fria e úmida)
IV - Nível
Choque profundo (pulso e pressão arterial indetectáveis)
Fatores de risco para desenvolver DH
Cepa do virus: ocorre em infecção primária na dependêcia das
cepas do vírus.
Infecções secundárias (repetidas) apresentam um maior risco de DH com as cepas, (em ordem decrescente): DEN 2; DEN 3; DEN 4 e DEN1.
Infecções secundárias (repetidas) apresentam um maior risco de DH com as cepas, (em ordem decrescente): DEN 2; DEN 3; DEN 4 e DEN1.
Transmissão hiperendémica (dois ou mais serotipos circulando
simultaneamente).
Estimulação dependente de anticorpos que facilitando o
ingresso de vírus, em maior número, nos mononucleares (alguns dos glóbulos
brancos) proporcionam infecções maciças.
Mononucleares infectados, liberam substâncias que produzem aumento da permeabilidad vascular, induzindo manifestações hemorrágicas e síndrome de choque.
Mononucleares infectados, liberam substâncias que produzem aumento da permeabilidad vascular, induzindo manifestações hemorrágicas e síndrome de choque.
Anticorpos anti-dengue preexistentes, tanto por infecção
prévia como por anticorpos maternos transmitidos aos lactentes.
Genética do hospedeiro (os brancos e crianças) parecem ter um
maior risco.
Diagnóstico
São fundamentais os dados de anamnese e exame físico. É
importante analisar a história de viagem para lugares com dengue endêmico, bem
como o tempo entre o aparecimento dos sintomas e o retorno da viagem, a
incubação da dengue varia de 3 a 15 dias.
Avaliação clínica do paciente com febre da dengue
Ademais do exame clínico completo necessita atenção especial:
* Prova de torniquete
* Determinação de Pressão arterial
* Procura por sangramentos
* Observação da hidratação
* Pesquisa de derrames
* Determinação de Pressão arterial
* Procura por sangramentos
* Observação da hidratação
* Pesquisa de derrames
Diagnóstico diferencial da dengue
Entre outras infecções devemos lembrar:
* Influenza (gripe)
* Sarampo
* Rubéola
* Malária
* Febre tifóide
* Leptospirose
* Meningococcemia
* Sepsis bacteriana
* Sarampo
* Rubéola
* Malária
* Febre tifóide
* Leptospirose
* Meningococcemia
* Sepsis bacteriana
Provas de laboratório
Provas do laboratório clínico
* Hemograma com contagem de plaquetas
* Dosagem de Albumina e Proteínas séricas
* Provas de função hepática e coagulação
* Urina procurando hematuria microscópica
Provas específicas para dengue
* Isolamento do vírus (amostra de entre 5º-7º dias)
* Serología IgG e IgM anticorpos antidengue(12º dias)
Tratamento (Objetivos)
Não existe tratamento curativo entre os objetivos temos:
* Asseguar a hidratação, aliviar os sintomas como, dor, febre
e vômitos, Tranquilizar o paciente, vigiar e prevenir as eventuais complicações
e trata-las precocemente.
* Hidratação - Estimular o paciente a manter-se hidratado via oral, se indispesável usar a via endovenosa.
* Antipiréticos e analgésicos evitar o uso de aspirina e fármacos anti-inflamatórios não esteroides, protegendo assim a função plaquetária.
* Vigiar a insuficiência circulatória através de: pressão sanguínea, hematócrito, contagem de plaquetas e nível de consciência.
* Repouso, alimentação e tranqüilização.
* Hidratação - Estimular o paciente a manter-se hidratado via oral, se indispesável usar a via endovenosa.
* Antipiréticos e analgésicos evitar o uso de aspirina e fármacos anti-inflamatórios não esteroides, protegendo assim a função plaquetária.
* Vigiar a insuficiência circulatória através de: pressão sanguínea, hematócrito, contagem de plaquetas e nível de consciência.
* Repouso, alimentação e tranqüilização.
Onde pode ser feito o tratamento (Local)
Nem todos os pacientes com diagnóstico de dengue necessita
tratamento hospitalar
1.- Tratamento no domicílio.
* Sem manifestações hemorrágicas.
* Normotensos (pressão normal).
* Sem necessidade de hidratação endovenosa (pela veia)
2. - Tratamento com recursos intermediários
* Manifestações hemorrágicas discretas
* Pressão arterial moderadamente baixa
* Necessitando hidratação pela veia
3 .- Tratamento Hospitalar com de UTI
* Hidratação só controlável com hidratação venosa
* Sinais de alerta para choque iminente e síndrome de choque por dengue
* Sem manifestações hemorrágicas.
* Normotensos (pressão normal).
* Sem necessidade de hidratação endovenosa (pela veia)
2. - Tratamento com recursos intermediários
* Manifestações hemorrágicas discretas
* Pressão arterial moderadamente baixa
* Necessitando hidratação pela veia
3 .- Tratamento Hospitalar com de UTI
* Hidratação só controlável com hidratação venosa
* Sinais de alerta para choque iminente e síndrome de choque por dengue
Prevenção
Não existe vacina ou medicamento que proteja individualmente
contra a dengue. A prevenção é não permitir a reprodução do Aedes (que em grego
significa “indesejado”), não permitido o nascimento de novos mosquitos.
Educação
A medida de prevenção mais eficiente é o combate ao mosquito
que transmite a doença. Medidas educativas de repercussão ambiental e
conscientização da sociedade para diminuir os locais onde as larvas dos mosquitos
se criam são decisivas na prevenção.
Recomendações da Saúde Pública
A única maneira de evitar a dengue é não deixar o mosquito
nascer. É necessário acabar com os criadouros (lugares de nascimento e
desenvolvimento dele). Não deixe a água, mesmo limpa, ficar parada em qualquer
tipo de recipiente como:
* Garrafas
* Pneus
* Pratos de vasos de plantas e xaxim
* Bacias
* Copinhos descartáveis
Tapar:
* Caixas d'água
* Poços
* Cisternas
* Outros depósitos de água.
Outras recomendações:
* Lave bem os pratos de plantas e xaxins, passando um pano ou uma bucha para eliminar completamente os ovos dos mosquitos.
* Pneus
* Pratos de vasos de plantas e xaxim
* Bacias
* Copinhos descartáveis
Tapar:
* Caixas d'água
* Poços
* Cisternas
* Outros depósitos de água.
Outras recomendações:
* Lave bem os pratos de plantas e xaxins, passando um pano ou uma bucha para eliminar completamente os ovos dos mosquitos.
* Uma boa solução é trocar a água por areia molhada nos
pratinhos.
* Limpe as calhas e as lajes das casas.
* Lave bebedouros de aves e animais com uma escova ou bucha; e troque a água pelo menos uma vez por semana.
* Guarde as garrafas vazias de cabeça para baixo.
* Jogue no lixo copos descartáveis, tampinhas de garrafas, latas e tudo o que acumula água. Mas atenção: o lixo deve ficar o tempo todo fechado.
* Furar as folhas das bromélias para não acumular água
* Manter os ralos fechados
* Limpe as calhas e as lajes das casas.
* Lave bebedouros de aves e animais com uma escova ou bucha; e troque a água pelo menos uma vez por semana.
* Guarde as garrafas vazias de cabeça para baixo.
* Jogue no lixo copos descartáveis, tampinhas de garrafas, latas e tudo o que acumula água. Mas atenção: o lixo deve ficar o tempo todo fechado.
* Furar as folhas das bromélias para não acumular água
* Manter os ralos fechados
Os repelentes que contém DEET(dietil-meta-toluamida) não são
indicados para menores de 2 meses, crianças com mais idade devem DEET em
concentrações inferiores a 30 %. Os produtos que contém DEET podem ter
concentrações de até 100 %. (Ver o rótulo antes de usar)inferiores a 30 %. Os
produtos que contém DEET podem ter concentrações de até 100 %. (Ver o rótulo
antes de usar)
Outros repelentes eficazes podem conter: Permefrina (KBR3023) e não se recomenta para usar diretamente na pele (só em objetos - roupas, mosquiteiros, sapatos,etc), o óleo de eucalipto não é recomentado para menores e 3 anos. A duração do DEET é proporcional à sua concentração.
Os repelentes eletrônicos não são indicados para repelir o Aedes bem como o complexo B.
Outros repelentes eficazes podem conter: Permefrina (KBR3023) e não se recomenta para usar diretamente na pele (só em objetos - roupas, mosquiteiros, sapatos,etc), o óleo de eucalipto não é recomentado para menores e 3 anos. A duração do DEET é proporcional à sua concentração.
Os repelentes eletrônicos não são indicados para repelir o Aedes bem como o complexo B.
Fonte: ABC da Saude
Temos a sua Prevenção e Tratamento.
terça-feira, 17 de abril de 2012
Epidemia de Diabetes
Aumenta a incidência entre adultos e adolescentes do mal que atinge 10 milhões de pessoas no Brasil e 150 milhões no mundo
Saulo Cavalcanti
Embora a medicina avance na busca de soluções mais eficazes para o diagnóstico e tratamento do diabetes, o número de óbitos por complicações cresce assustadoramente. Esse paradoxo faz-nos refletir sobre esta doença histórica. Já foram encontrados registros sobre o diabetes em papiros de 1500 anos a.C. No século II d.C., o grego Arateus da Capadócia descreveu uma estranha enfermidade que denominou “diabetes”. Arateus notou que a doença provocava boca seca, perda de peso e urina abundante. Séculos depois, o diabetes ainda é um problema para a humanidade.
A doença atinge 150 milhões de pessoas no mundo e a projeção feita pela Organização Mundial da Saúde para o ano de 2025 é de 300 milhões. O diabetes é tratado como epidemia nos EUA e na Europa. No Brasil, 10 milhões de pessoas têm a doença, e a incidência aumenta em adultos e adolescentes, tendo como principal causa o crescente aumento de peso.
Segundo o Ministério da Saúde, 50% dos brasileiros sequer sabem que são diabéticos. A doença aumenta 3 a 5 vezes o risco de complicações cardiovasculares (infarto e isquemia cerebral) e é a 1ª causa de falência renal, cegueira, amputação e disfunção erétil, além de diminuir a expectativa de vida em 5 a 10 anos.
O diabetes mellitus pode ser entendido como duas doenças em uma, e como um campo fértil para a geração de outras tantas. O diabético tipo 1 não produz insulina e as injeções diárias são essenciais para sua sobrevivência. O diabético
do tipo 2 (DM2) – 90% dos pacientes – produz insulina,
mas o organismo não se mostra sensível ao hormônio. O corpo, então, passa a produzi-lo, cada vez mais, para compensar essa resistência, mas como a resistência vai aumentando, pode ocorrer falência do pâncreas. A ação
da insulina é progressivamente perdida, impedindo a passagem do açúcar do sangue para as células. O fígado tenta compensar e aumenta a produção de açúcar, o que leva ao acúmulo no sangue.
O tratamento do DM2 inclui reeducação alimentar e exercício físico. Quanto às medicações, existe a metformina (que age na resistência à insulina indiretamente, e basicamente no fígado) e as sulfonilréias (que estimulam a produção de mais insulina). Surgiram medicamentos que atuam sobre a resistência à insulina. O que torna a descoberta dos sensibilizadores à insulina, ou glitazonas, um avanço é que estas usam a insulina já disponível no organismo, atuando diretamente nas células do fígado, dos músculos e do tecido adiposo. A rosiglitazona, por exemplo, permite que a insulina facilite o acesso adequado da glicose às células, reduzindo e evitando a toxicidade deste excesso de “açúcares” na circulação sobre o coração, vasos sangüíneos e cérebro.
Ser diabético não significa conviver com danos irreversí-
veis. A moderação é válida para qualquer pessoa preocupada com a saúde e você pode se perguntar por que não se preocupou antes com sua qualidade de vida. Siga as recomendações do seu médico, adapte a alimentação, exercite-se, perca o eventual excesso de peso e use a medicação rigorosamente. Não é admissível que uma doença tão idosa contribua para a morte de dezenas de milhares de brasileiros anualmente, consumindo expectativa e qualidade de vida de outros tantos.
fonte
Saulo Cavalcanti
Embora a medicina avance na busca de soluções mais eficazes para o diagnóstico e tratamento do diabetes, o número de óbitos por complicações cresce assustadoramente. Esse paradoxo faz-nos refletir sobre esta doença histórica. Já foram encontrados registros sobre o diabetes em papiros de 1500 anos a.C. No século II d.C., o grego Arateus da Capadócia descreveu uma estranha enfermidade que denominou “diabetes”. Arateus notou que a doença provocava boca seca, perda de peso e urina abundante. Séculos depois, o diabetes ainda é um problema para a humanidade.
A doença atinge 150 milhões de pessoas no mundo e a projeção feita pela Organização Mundial da Saúde para o ano de 2025 é de 300 milhões. O diabetes é tratado como epidemia nos EUA e na Europa. No Brasil, 10 milhões de pessoas têm a doença, e a incidência aumenta em adultos e adolescentes, tendo como principal causa o crescente aumento de peso.
Segundo o Ministério da Saúde, 50% dos brasileiros sequer sabem que são diabéticos. A doença aumenta 3 a 5 vezes o risco de complicações cardiovasculares (infarto e isquemia cerebral) e é a 1ª causa de falência renal, cegueira, amputação e disfunção erétil, além de diminuir a expectativa de vida em 5 a 10 anos.
O diabetes mellitus pode ser entendido como duas doenças em uma, e como um campo fértil para a geração de outras tantas. O diabético tipo 1 não produz insulina e as injeções diárias são essenciais para sua sobrevivência. O diabético
do tipo 2 (DM2) – 90% dos pacientes – produz insulina,
mas o organismo não se mostra sensível ao hormônio. O corpo, então, passa a produzi-lo, cada vez mais, para compensar essa resistência, mas como a resistência vai aumentando, pode ocorrer falência do pâncreas. A ação
da insulina é progressivamente perdida, impedindo a passagem do açúcar do sangue para as células. O fígado tenta compensar e aumenta a produção de açúcar, o que leva ao acúmulo no sangue.
O tratamento do DM2 inclui reeducação alimentar e exercício físico. Quanto às medicações, existe a metformina (que age na resistência à insulina indiretamente, e basicamente no fígado) e as sulfonilréias (que estimulam a produção de mais insulina). Surgiram medicamentos que atuam sobre a resistência à insulina. O que torna a descoberta dos sensibilizadores à insulina, ou glitazonas, um avanço é que estas usam a insulina já disponível no organismo, atuando diretamente nas células do fígado, dos músculos e do tecido adiposo. A rosiglitazona, por exemplo, permite que a insulina facilite o acesso adequado da glicose às células, reduzindo e evitando a toxicidade deste excesso de “açúcares” na circulação sobre o coração, vasos sangüíneos e cérebro.
Ser diabético não significa conviver com danos irreversí-
veis. A moderação é válida para qualquer pessoa preocupada com a saúde e você pode se perguntar por que não se preocupou antes com sua qualidade de vida. Siga as recomendações do seu médico, adapte a alimentação, exercite-se, perca o eventual excesso de peso e use a medicação rigorosamente. Não é admissível que uma doença tão idosa contribua para a morte de dezenas de milhares de brasileiros anualmente, consumindo expectativa e qualidade de vida de outros tantos.
Saulo Cavalcanti é endocrinologista e vice-presidente da
Sociedade Brasileira de Diabetes
Sociedade Brasileira de Diabetes
fonte
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Compartilhando Nossa Emoção
Ficamos muito contentes e emocionados com um email de agradecimento que recebemos do cliente Fabio Santos.
A equipe Farmácia do Leme agradece!
Fabio Santos nos ligou semana passada procurando o medicamento Tykerb. Tykerb é um medicamento oncológico e de custo bem alto, e fazemos a compra desse medicamento apenas por encomenda.
Por conta da validade muito pequena não podíamos vender, então resolvemos fazer a doação e não perder o medicamento.
Compartilhamos com vocês nossa alegria e com autorização de Fabio, publicamos seu email:
Venho através deste agradecer mais uma vez a doação feita do medicamento TYKERB que foi enviado para Belém do Pará. Um agradecimento especial a Sra. Ana Paula que intermediou esta doação. Obrigado por ajudar mesmo sem conhecer uma pessoa que com 35 anos enfrenta um cancer em estagio avançado da vida. Iniciativas como esta deveriam ser reconhecidas nacionalmente principalmente para pacientes que não podem custear este tratamento. O que viraria lixo, vira salvação e esperança na vida de outras pessoas. Muito obrigado de coração pela ajuda.
AtenciosamenteFabio Santos
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